Transtorno obsessivo compulsivo (TOC)

Você alguma vez já pensou que se não fizesse determinada coisa, algo de muito ruim poderia acontecer? Tem pensamentos repetitivos de que foi contaminado (a) ao tocar maçanetas e outros objetos “sujos”? Você passa horas todo dia lavando as mãos e elas estão vermelhas, irritadas, e sobra pouco tempo para suas atividades sociais?

É atormentado pela idéia de que pode ferir outras pessoas por negligência e não consegue sair de casa sem antes passar por um longo ritual de verificação, onde se certifica diversas vezes de que os bicos de gás do fogão e as torneiras estão fechados? Tem pensamentos fixos como “estão pensando mal de mim”?

Por muitos anos o TOC - transtorno obsessivo-compulsivofoi considerado uma doença rara por profissionais especializados em saúde mental, porque apenas pequena minoria de seus pacientes queixava-se de sintomas compatíveis com essa condição. Recentemente, uma pesquisa realizada pelo Instituto Nacional de Saúde Mental dos Estados Unidos (NIMH – National Institute of Mental Health) demonstra que esse transtorno afeta cerca de 2% da população mundial, o que significa que o TOC é mais comum do que a esquizofrenia e outras doenças mentais graves.Esse é o segundo distúrbio mais comum do mundo, atrás apenas da depressão. No Brasil, estima-se que 4,5 milhões de pessoas sofram com esse transtorno.

Conhecidas popularmente como "manias" essas manifestações podem ser quase imperceptíveis, mas não raro, são extremamente graves, podendo incapacitar a pessoa para o trabalho e impedí-la de relacionar-se socialmente.A maioria das pessoas com TOC esforça-se para se livrar dos pensamentos obsessivos indesejáveis e para evitar comportamentos compulsivos. Muitos são capazes de controlar seus sintomas obsessivo-compulsivos quando estão no trabalho ou na escola. Porém, com o passar do tempo, a resistência pode enfraquecer e, quando isso acontece, o TOC pode se tornar tão grave que os longos rituais passam a dominar a vida da pessoa, impossibilitando-a de continuar suas atividades fora de casa.

Essas pessoas ficam tão receosas que acreditam que estão sendo vítimas de uma força superior, no qual deve ser evitado a todo o custo o seu resultado maléfico e a partir disto desenvolve-se comportamentos que se resumem em prejuízo e sofrimento. O TOC aflige pessoas de todos os grupos étnicos. Tanto homens como mulheres são afetados. Os sintomas se iniciam geralmente durante a adolescência ou no início da idade adulta.

Acredita-se que pessoas que desenvolvem TOC tenham uma predisposição biológica a reagir de forma acentuada ao “stress”.  Essa reação se manifesta sob a forma de pensamentos intrusivos e desagradáveis, que gerem mais ansiedade e “stress”, criando, por fim, um círculo vicioso do qual a pessoa não consegue sair sem ajuda.

Os portadores da síndrome tendem a escondê-la de amigos, familiares, colegas de trabalho. Afinal, o próprio paciente quando toma consciência da doença, percebe seus atos e muitas vezes, sente-se constrangido, tendo a ocultar esta realidade.

O medicamento denominado clomipramina pode aliviar os sintomas de TOC em algumas pessoas. A clomipramina pertence a um grupo de medicamentos denominados antidepressivos tricíclicos, amplamente utilizados para o tratamento de depressão. Porém, muitos estudos demonstraram que a clomipramina pode ser benéfica também em pacientes com TOC, quer apresentem ou não depressão concomitante. A grande questão é a dependência do medicamento gerada durante o tratamento e em muitos casos, o paciente ficará refém do medicamento durante a vida toda.

No tratamento do TOC, a psicoterapia de orientação cognitivo-comportamental aliada às terapias holísticas com objetivo de ajudar o paciente a identificar seus problemas e tratá-los, tem sido eficaz no tratamento dos sintomas obsessivo-compulsivos. Não se pode desprezar as energias biomagnéticas que contribuem tanto para o desajuste quanto para o reequilíbrio do corpo, da mente e do espírito, por isso utilizamos uma poderosa técnica de reequilíbrio energético chamada “Reiki”. A hipnose clínica também pode ajudar muito. Como a origem está na mente do paciente, com a técnica podemos chegar no momento exato que esse trauma foi instalado e ressignificar a história.

Durante as sessões psicoterápicas holísticas, o paciente passa por uma série de testes e são utilizadas várias técnicas para lidar com o TOC. Os resultados são mais rápidos que a psicoterapia tradicional e os pacientes conseguem permanecer sem atitudes compulsivas podendo ficar assim por períodos mais prolongados e até mesmo livrar-se deles.

Estamos à disposição para atender você!

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Diogo Raíza além de atendimento online ao vivo, atua em seu consultório de terapias holísticas em Goiânia - GO, com psicanálise, hipnose clínica, reiki, constelações familiares e organizacionais,  coaching, dentre outras linhas de psicoterapia e do conhecimento. Também ministra cursos nestas áreas para pessoas interessadas no desenvolvimento pessoal e profissional.